O texto nos ensina que a personalidade de um indivíduo faz com que ele seja especial e único, compreendido pelas características que mostram alguma estabilidade. Uma das melhores formas de entender a personalidade é através de sua estrutura: o núcleo psicológico que é a essência, o "eu real", as respostas típicas para nos ajustarmos ao meio ambiente e o comportamento relacionado ao papel, que é o aspecto mais mutável, pois em situções diferentes representam um comportamento com papéis diferentes. Para os administradores é fundamental o estudo da personalidade, pois compreendendo os diferentes níveis de estrutura, estarão melhor capacitados para entender o comportamento dos indivíduos. Discute-se os fatores determinantes da personalidade: hereditariedade, ambiente ou situação? Bem como os principais atributos de personalidade que influenciam o comportamento organizacional, identificando nos indivíduos características que apontam seu possível desempenho dentro da empresa.
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Os dois artigos apresentam o resultado de pesquisas realizadas por Carmem Ligia Iochins Grisci e Maria Luisa Carvalho. Atualmente, percebe-se que os processos seletivos das organizações se tornaram um "funil" pelo qual poucos profissionais conseguem passar. Para atingir o objetivo o sujeito deve se tornar um gestor de sua carreira, utilizando estratégias para se constituir num profissonal atraente, buscando através da GI meios para atuar como publicitário de si mesmo. As orientações ao candidato sobre o processo de seleção apresentam este como uma venda ou um espetáculo de representação. Os próprios selecionadores, literaturas, cursos, indicam as estratégias e táticas de GI mais adequadas para maior oportunidade de contratação. Ao mesmo tempo requerem autencidade que nem sempre é possível alcançar, ficam diante de imposição de modelos padronizados, que produzem sujeitos camaleônicos. O sujeito busca na imitação do comportamento do outro e na autopublicidade, sobreviver diante das mudanças constantes, agindo de forma calculada e pouco autêntica. De uma forma ou de outra todos acabam se utilizando da GI durante uma entrevista de seleção, podendo ou não ter consciência do seu comportamento.